PARTIR. Quatro consoantes, duas vogais e um bocado de dor.
Quando alguém se vai, você só percebe a dor depois de alguns dias. E quando ele se foi, não foi diferente.
Primeira reação é de anestesia, se sente indefeso e frágil. Depois, você percebe que ele não vai mais voltar. Não vai te chamar de "menina" e dar aquele sorriso que só ele conseguia dar.
De manhãzinha, ele não vai elogiar o aroma de seu café. Ao meio dia, não passará em sua casa para conversar e fazer você rir. E, de noite, o momento mais especial do dia, ele não vai subir as escadas, sentar ao seu lado no sofá e assistir TV com você. Não!
Teve fim. Tudo isso teve fim.
É uma dor que amarga a boca e dói, mas como dói. Fica aquele nó na garganta, aquele frio na barriga, aquela vontade de se agarrar em algo sólido.
Sempre será especial e quando digo Sempre, não é a toa! Sempre serei sua "menina".
Eu te amo, com toda saudade e com todo o carinho e afeto possível e impossível que poderia sentir.
"E aonde quer que eu vá, levo você no olhar"
Quando alguém se vai, você só percebe a dor depois de alguns dias. E quando ele se foi, não foi diferente.
Primeira reação é de anestesia, se sente indefeso e frágil. Depois, você percebe que ele não vai mais voltar. Não vai te chamar de "menina" e dar aquele sorriso que só ele conseguia dar.
De manhãzinha, ele não vai elogiar o aroma de seu café. Ao meio dia, não passará em sua casa para conversar e fazer você rir. E, de noite, o momento mais especial do dia, ele não vai subir as escadas, sentar ao seu lado no sofá e assistir TV com você. Não!
Teve fim. Tudo isso teve fim.
É uma dor que amarga a boca e dói, mas como dói. Fica aquele nó na garganta, aquele frio na barriga, aquela vontade de se agarrar em algo sólido.
Sempre será especial e quando digo Sempre, não é a toa! Sempre serei sua "menina".
Eu te amo, com toda saudade e com todo o carinho e afeto possível e impossível que poderia sentir.
"E aonde quer que eu vá, levo você no olhar"